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domingo, 16 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
Corações áridos
Há corações que são terra calcinada, devastada pelos estios. Deixaram-se secar com a falta de rega e não mais reconhecem o olhar jardineiro do tempo. Querer tocá-los é arriscar pisar um jardim que não sabe mais florir. Às vezes vale a pena ensiná-los a desaprender o abandono e permitir que reverdeçam seus galhos secos; que renasçam as tulipas e as orquídeas soterradas sob a aridez da descrença. Às vezes é inútil tentar... Insistir pode cavar os nossos próprios desertos ou fazer-nos habitar geleiras sem que estejamos aptos à solidão ou à indiferença cruel das almas áridas e desabitadas de sol.
Aíla Sampaio
terça-feira, 9 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
DESTINO
No mundo, somos os viajantes do tempo.
O trem na estação que parte cedo de sua plataforma,
e segue uma música ao longe no compasso dos trilhos.
O carro para no semáforo, onde à espera parece não ter fim
pra marcar o sinal verde, e seguir ao seu destino
entre as milhas em que irá ainda percorrer.
O tempo passa...
O tempo para...
E, volta a contar no pêndulo o destino
sem tempo para acabar.
Margleice Pimenta
Fortaleza/CE
O trem na estação que parte cedo de sua plataforma,
e segue uma música ao longe no compasso dos trilhos.
O carro para no semáforo, onde à espera parece não ter fim
pra marcar o sinal verde, e seguir ao seu destino
entre as milhas em que irá ainda percorrer.
O tempo passa...
O tempo para...
E, volta a contar no pêndulo o destino
sem tempo para acabar.
Margleice Pimenta
Fortaleza/CE
quinta-feira, 21 de março de 2013
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Artigo: Zeca Baleiro - BALA NA AGULHA
Artigo de Aíla Sampaio, sobre o livro BALA NA AGULHA, do Zeca Baleiro, no Caderno Ler do Diário do Nordeste l Fortaleza l CE. (16.02.2013)
Parte: 1ª
Prosa de boa cepa: Zeca Baleiro, o escritor
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1233265
Parte: final
Um universo de múltiplas faces
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1233275
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
S A N V A L E N T I N O

Nel mezzo giorno di febbraio
si festiggiava la più bella festa dal'amore.
Lo rosso, il colore che assomiglia al cuore,
e' sempre una magia.L'amore si mette in evidenza perche'...
È pieno di emozione
È pieno di serenità
È pieno di umore
È pieno di amicizia
È pieno di compassione
È pieno di sensualità
È pieno di amore
È pieno di grazia
Ma, quando diventa follia;
per non essere un amore corrisposto come aspetta,
è meglio aspettare il momento giusto.
E, ricominciare tutto di nuovo...
Margleice Pimenta
Uma viagem ao tempo
Uma viagem ao tempo e passado. Tomo uma xícara de café.
Releio alguns manuscritos. Deixo o vento me levar a qualquer lugar...
lá fora o sol começa a surgir no céu esplendoramente.
Margleice Pimenta
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Orizzonte/Horizonte
Indossero’ un paio d’ali
Volero’ distrattamente nel cielo.
Puntero’i miei occhi solo e sempre verso l’orizzonte
Quell’orizzonte chiamato cuore!!!
Maddalena Paternoster (Maddy)
Usarei um par de asas
Voarei distraidamente no céu.
Fixarei os meus olhos somente e sempre
em direção ao horizonte
Aquele horizonte chamado coração!!!
(Margleice Pimenta [port.] Maddy [Ital.]).
Volero’ distrattamente nel cielo.
Puntero’i miei occhi solo e sempre verso l’orizzonte
Quell’orizzonte chiamato cuore!!!
Maddalena Paternoster (Maddy)
Usarei um par de asas
Voarei distraidamente no céu.
Fixarei os meus olhos somente e sempre
em direção ao horizonte
Aquele horizonte chamado coração!!!
(Margleice Pimenta [port.] Maddy [Ital.]).
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
domingo, 3 de fevereiro de 2013
sábado, 2 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Saudade
Algo batia forte dentro do peito, não sei explicar ao certo aquela sentimentalidade brusca que me invadia, estava à deriva em frente ao mar, sob um forte calor, numa tarde de verão. Aquelas embarcações fazia-me sentir em alto-mar, mas de repente fui arrebatada a tomar novos rumos...Deixar para trás, tudo aquilo que me tornava ‘’presa’’, e desgarrar sem remorsos. Novas vivacidades vêm para expressar as atitudes de poetizar palavras que deixam o coração mais leve, e se revestir de uma nova plumagem. Enfrentar novos desafios, mesmo aqueles que ficaram ‘’adormecidos’’ por algum motivo. Agora, vou ouvir uma canção, e sentir n’alma a leveza do corpo e da mente.
Margleice Pimenta
Margleice Pimenta
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